De acordo  com o artigo vigésimo quarto a direcção é composta por membros eleitos em Assembleia-geral no dia 22 de Março de 2016:

Presidente

Isabel Maria Lencastre Teixeira da Mota Amaral

Vogais

Maria Margarida de Araújo da Silva
Angélica Maria do Egipto Teixeira Jorge
Maria Isabel Paiva Azevedo Névoa Vasconcelos Tavares
Fernando Contreiras Braz de Oliveira

À direcção compete, segundo o artigo vigésimo quinto dos Estatutos

1 . À Direcção compete

a) Gerir as actividades da Associação, cumprindo e fazendo cumprir as normas estatutárias, os Regulamentos Internos e as deliberações da Assembleia Geral, bem como administrar os bens e fundos que lhe são confiados e organizar o funcionamento dos serviços, designadamente admitindo e exonerando o respectivo pessoal;

b) Deliberar sobre a aquisição, oneração ou alienação de quaisquer activos patrimoniais que não sejam bens de rendimento;

c) Deliberar sobre a aceitação de doações, heranças, legados, subsídios ou outras contribuições;

d) Representar a Associação em juízo e fora dele, podendo delegar estes poderes em mandatário;

e) Organizar a escrituração social e submeter à Assembleia Geral, depois de aprovado pelo Conselho Fiscal, o Relatório e Contas relativos a cada exercício;

f) Elaborar e submeter à aprovação da Assembleia Geral o Plano de Actividades e o Orçamento relativos ao exercício imediato e dar-lhes execução;

g) Elaborar e submeter à Assembleia Geral os Regulamentos Internos;

h) Nomear comissões ou delegados para tratar de assuntos específicos;

i) Admitir ou recusar a admissão de Associados, bem como deliberar sobre a exclusão de Associados, nos termos destes Estatutos;

j) Criar delegações, secções ou outras formas de representação nos locais que julgar convenientes, em Portugal e no estrangeiro.

l) Filiar a APEP em organismos nacionais ou internacionais com objectivos afins;

m) Estipular o valor da jóia de inscrição e da quota anual

n) Exercer as demais atribuições que lhe estejam cometidas nas disposições legais aplicáveis e pela Assembleia Geral.

2. – A Direcção poderá delegar poderes e competências num ou mais Directores e delegar em funcionários poderes para a prática de actos de mero expediente.

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